O Autor

autorBrisa Filosófica é uma volta ao redor dos sentimentos, observações, brincadeiras, experiências, todas muito bem alinhavadas pelo autor, observador das características humanas, da natureza e amante incontrolável da vida.
Marcos Renato, como bom aquariano, é presença adiante de seu tempo, perspicaz, detalhista, inquieto.Vive o agora de maneira exaustiva, incessante e prazerosamente. Difícil acompanhar seu ritmo…
Não esperou mais do que 7 meses para vir ao mundo. Veio prematuro e inacreditado. Lutou pela vida logo nos primeiros dias de sua existência. Foi aplaudido quando deixou a maternidade. Se fez criança alfabetizado pelo irmão, conheceu os números brincando. Bom de bola, de meninas, de pipas e bicicletas. Inquieto e levado. Um menino maluquinho, mas sempre tão responsável.
Fiel às amizades, cultiva e cativa amigos por onde passa, sempre solidário e alegre. Adora uma viagem, um samba, uma trilha, um desafio. Difícil conhecer alguém que viva tão intensamente. Assim se fez homem, pai, profissional, mantendo acesa todas as suas chamas.
Dedicado aos estudos, é formado em Adminstração e Comércio Exterior, carrega três pós graduações, em Administração de Materiais, Marketing Internacional e Supply Chain. Estudou idiomas nos Estados Unidos e Chile. Antes de completar 33 anos já assumia posição de destaque como diretor de Logística em uma respeitada empresa multinacional, onde ingressou como estagiário e se dedica com tanto afinco.
O Marcos é assim. Movido por resultados e conquistas. Um homem vaidoso, inteligente e dotado de uma fé inabalável. Pensa grande, voa alto e quem o segura?
Agora vem o livro, a brisa, a ideia, a escrita, a observação, a curtição e o propósito de transformar este projeto em sucesso. E quem duvidaria?
Há de ser mais uma experiência para tornar sua vida ainda mais cheia de aventuras e realizações.
Encontrei num trecho de um poema de Fernando Pessoa, palavras que definem e resumem o autor de Brisa Filosófica, como se fossem ditas por ele mesmo:

“Eu adoro todas as coisas
E o meu coração é um albergue aberto toda a noite.
Tenho pela vida um interesse ávido
Que busca compreendê-la sentindo-a muito.
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo,
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas,
Para aumentar com isso a minha personalidade.

Pertenço a tudo para pertencer cada vez mais a mim próprio
E a minha ambição era trazer o universo ao colo
Como uma criança a quem a ama beija.
Eu amo todas as coisas, umas mais do que as outras,
Não nenhuma mais do que outra, mas sempre mais as que estou vendo
Do que as que vi ou verei.
Nada para mim é tão belo como o movimento e as sensações.
A vida é uma grande feira e tudo são barracas e saltimbancos.
Penso nisto, enterneço-me mas não sossego nunca.”

(por Álvaro de Campos)